quarta-feira, 22 de julho de 2015

Eu sou um ser humano




O que eu, você e todas as pessoas do mundo temos em comum? Todos nós somos seres humanos. Isso é bem óbvio. Todo mundo sabe disso, aprendemos desde cedo que fazemos parte da espécie homo sapiens. É algo tão simples, mas por que parece que algumas pessoas às vezes esquecem isso? Por que somos divididos em grupos com características em comuns que muitas vezes são consideradas mais relevantes do que o fato de fazermos parte da mesma família humana?  Embora sejamos divididos de acordo com a nacionalidade, a cultura, a classe social, a religião, o nível de escolaridade, o estilo musical, o gênero, a orientação sexual, entre outros, nada disso deveria ser mais importante do que o grupo humano do qual fazemos parte.
Somos seres complexos, não podemos ser reduzidos a uma única característica, não podemos ser definidos por um único aspecto da nossa personalidade. Não importa o quanto nossas características particulares possam nos tornar parecidos com alguns e diferentes de tantos outros, pois antes de ser qualquer coisa ou de fazer parte de qualquer grupo, todos nós somos humanos e todos nós merecemos respeito.


quinta-feira, 9 de julho de 2015

Tempo, tempo, tempo...





“Havia tantas coisas que eu queria fazer, que eu gostaria de falar, tantos sonhos para realizar, tantos desafios para superar... Se eu apenas tivesse tido mais tempo, eu faria tudo que deixei inacabado.”
Não temos o amanhã garantido e muito menos o para sempre... Mas nós temos o agora. E o agora é o momento que realmente importa, é nele que podemos agir, pensar, falar, sonhar, superar. É nele que podemos viver. Porque a vida é feita de momentos e este instante sempre pode ser o último.
É isso que torna a vida um desafio que vale a pena enfrentar: a sua imprevisibilidade. A falta de certeza do que será o próximo instante é o que torna a vida sempre um mar de possibilidades. Nada está garantido ou determinado e isso permite que cada um seja o autor da sua própria história.
A vida torna-se valiosa justamente por não ser eterna. Podemos não ter todo o tempo do mundo, mas temos tempo suficiente para viver.