sábado, 29 de agosto de 2015

Let it go




Você é o único e será sempre o único. Sei que seguiremos caminhos diferentes a partir de agora, mas jamais amarei alguém como amei você. Você vai pensar cada vez menos em mim, e aos poucos deixará de sentir a minha falta, até que finalmente eu me torne apenas uma lembrança distante. Minha presença será apenas naquelas fotografias que você não fará questão de olhar.
Mas eu ainda estarei aqui. Se algum dia você se lembrar de mim ou se precisar de algo, eu ainda estarei aqui. Mesmo que nunca mais possa estar novamente ao seu lado, mesmo que nunca mais possa escutar a sua voz, mesmo que jamais possa abraça-lo novamente... Eu ainda vou sorrir sempre que me lembrar de você.
Você uma vez me disse que nada dura para sempre, mas estava errado. Os relacionamentos acabam, mas os sentimentos podem ser eternos. E por amor, tive que deixa-lo partir, mesmo sabendo que você não voltaria.



domingo, 16 de agosto de 2015

Será que isso é amor?





Eu tenho fingindo que não sinto nada por você, mas por quanto tempo alguém pode ser capaz de mentir para si mesmo? Será que isso é amor? Porque sempre que eu te vejo um sorriso involuntário surge em meu rosto, porque costumo rir das coisas mais bobas que você fala e invento desculpas para falar com você apenas para ouvir a sua voz. Eu realmente não sei como isso foi acontecer, não sei como você invade os meus pensamentos e os meus sonhos. Eu tento agir normalmente para disfarçar, porém, é tão difícil fingir que não quero abraçar você ou segurar a sua mão ou simplesmente ignorar as batidas do meu coração. Você está tão perto, mas ao mesmo tempo está tão distante.

Não posso continuar assim, entretanto, mesmo quando eu tento me afastar de você, tudo o que consigo é encontrar um jeito de ficar ainda mais perto. Também não posso dizer o que sinto, porque sei que você não sente o mesmo. Sei que esse é apenas um sentimento dolorosamente platônico. Você vai seguir sem saber que eu tenho chorado, tenho dormido pensando em você, que eu tenho enchido as páginas do meu diário tentando compreender como é possível que eu possa querer tanto algo que não posso ter.
Como posso chamar de amor algo que só causa sofrimento?